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Rios enterrados, cidade em disputa: a história dos rios que São Paulo escondeu
Por Sthephany Oliveira – Jornal da USP https://jornal.usp.br/ciencias/rios-enterrados-cidade-em-disputa-a-historia-dos-rios-que-sao-paulo-escondeu/ Debaixo de ruas, avenidas e bairros de São Paulo correm rios que desapareceram da paisagem e, em muitos casos, também da memória dos moradores. A canalização e o tamponamento dos cursos d’água não apenas esconderam fisicamente os rios sob o concreto, mas contribuíram para afastá-los da experiência cotidiana da população. É o que m


Nascente do Pedra Azul: Presente! | Sesc Vila Mariana
Circuito das Águas: Nascente do Pedra Azul Uma experiência educativa e artística do coletivo (se)cura humana voltada às crianças do Programa Curumim na Jornada de Sustentabilidade 2026, no Sesc Vila Mariana. Em quatro caminhadas de duas horas, o grupo percorre o território entre a Rua Vergueiro e as nascentes do Córrego Pedra Azul, observando desníveis, vegetação, marcas da urbanização e vestígios das águas escondidas sob a cidade. Ao longo do percurso, uma estrutura tecnológ


TORNEIRA DA TRAVESSA | Água para o povo
(RE)INAUGURAÇÃO DA TORNEIRA DA TRAVESSA | Água para o povo | Torneira - Mobilização pela Água No dia 5 de setembro, no encerramento do Torneira | Mobilização pela Água, o coletivo (se)cura humana @securahumana realizou uma ação simbólica de reinauguração da torneira pública da Travessa Roque Adóglio, reconstruída ao longo do projeto. A torneira conduz novamente ao espaço público uma água de nascente da microbacia do Córrego Água Preta, que continua correndo canalizado sob a V


Insurgências aquáticas: Wellington Tibério conclui doutorado sobre os rios urbanos de São Paulo
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-18092026-130245/pt-br.html Pesquisa desenvolvida na Geografia Humana da USP investiga o renovado interesse pelos rios ocultos da cidade e acompanha movimentações sociais em torno dos córregos Saracura e Água Preta. Wellington Tibério, cofundador do (se)cura humana, concluiu em 2026 seu doutorado em Geografia Humana pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, FFLCH-USP, com a tese “Insu


Os rios da cidade de São Paulo: do desaparecimento ao interesse contemporâneo | Wellington Tibério
https://periodicos.ufba.br/index.php/cadgeoc/article/view/75294/40934 Novo artigo de Wellington Tibério investiga o apagamento dos rios paulistanos e o movimento contemporâneo que volta a colocá-los no centro da experiência urbana. Como uma cidade atravessada por milhares de quilômetros de rios e córregos passou a se imaginar como uma cidade sem rios? Essa pergunta atravessa o artigo “Os rios da cidade de São Paulo: do desaparecimento ao interesse contemporâneo”, de Wellingto


Exercícios de uma nova composição com as águas urbanas: A Praça da Nascente | Wellington Tibério
https://issuu.com/causp_oficial/docs/revista_m_bile_ed._29_gua A edição nº 29 da Revista Móbile, publicação do CAU/SP dedicada ao tema Água, traz o artigo “Exercícios de uma nova composição com as águas urbanas: A Praça da Nascente”, de Wellington Tibério, cofundador do (se)cura humana. O texto parte da Praça da Nascente, na Pompeia, e da microbacia do Córrego Água Preta para acompanhar uma disputa em torno das águas que persistem sob a cidade. Nascentes, mobilização de morad


Piscina do Fim do Mundo no 13º EDICC, na Unicamp
Performance do (se)cura humana será apresentada no dia 21 de outubro, às 16h, no Instituto de Estudos da Linguagem, com performance sonora ao vivo de Loop B. Piscina do Fim do Mundo volta à tona no dia 21 de outubro de 2026, no Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, em Campinas. O (se)cura humana foi convidado a integrar o 13º Encontro de Divulgação de Ciência e Cultura, o EDICC, cuja programação deste dia acontece sob o tema “O futuro é científico”. Dentro de piscinas


ÁGUAS EM REDE: confluências HIDROgráficas
Nos dias 24 e 25 de setembro, acontece o encontro ÁGUAS EM REDE: confluências HIDROgráficas, uma programação on-line que reúne artistas, pesquisadoras e pesquisadores de diferentes países da América Latina em torno das águas, das mudanças climáticas, das práticas artísticas e das relações entre território, cultura e modos de vida. O encontro será transmitido pelo YouTube da revista ClimaCom. O (se)cura humana participa da programação no dia 24 de setembro, das 14h às 16h, na


💧 TORNEIRA | MOBILIZAÇÃO PELA ÁGUA @torneirapelaagua
A gente gostaria de convidar moradores da Vila Anglo, dos bairros vizinhos e de toda São Paulo para seis sábados de encontros na Travessa Roque Adóglio, com início em 1º de agosto! A programação gratuita reúne rodas de conversa, ações artísticas e chamados para mutirão. Vamos receber artistas, ativistas, pesquisadores, lideranças, coletivos e agentes que vêm pensando e agindo pelo cuidado das águas, das pessoas, das árvores, do solo e dos territórios. O ciclo acontece em um


CORPO-ÁRVORE NO FIT RIO PRETO 2026 🌳💧
O Corpo-Árvore foi selecionado para a 24ª edição do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto, o FIT Rio Preto 2026. Nesta edição, o festival propõe “Ocupar a cidade”: fazer o teatro transbordar os palcos e encontrar o público nas praças, ruas, parques, núcleos comunitários, distritos e espaços abertos. É nesse gesto que Corpo-Árvore chega a Rio Preto, nosso primeiro festival internacional! A última árvore é encontrada despedaçada. Sobreviventes do colapso amb


🌊 OCUPAÇÃO TRAVESSA RECEBE A 15ª MOSTRA CINEMA E DIREITOS HUMANOS
A Travessa será ponto de encontro da Etapa Difusão da 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos: Direitos Humanos e Emergência Climática. A Ocupação Travessa apresenta uma programação gratuita dedicada à água, ao território, à memória, à ancestralidade e à justiça socioambiental, reunindo filmes de cineastas indígenas, quilombolas, ribeirinhos e realizadores que colocam em cena os impactos da crise climática e das violações de direitos sobre os modos de vida tradicionais. 📍 PROGR


Documentário Torneira: Revolução pela Água
Sob o asfalto de São Paulo corre uma rede invisível de rios soterrados. Águas enterradas pela lógica do progresso, da canalização e da mercantilização da vida. Torneira: @revolucaopelaagua nasce dessa ferida urbana, mas também de uma hipótese radical: e se a água fosse reconhecida como sujeito de direitos? E se, em vez de a cidade governar a água, fosse a água a reorganizar a cidade? Este é o teaser do projeto de desenvolvimento de longa-metragem do coletivo @securahumana, re


Corpo-Árvore na Exposição Mutualismos
Mutualismos, exposição com curadoria de Fernando Velázquez e Lucas Bambozzi (MOOLA). Uma reflexão sobre as redes de interdependência que estruturam a vida contemporânea, investigando relações entre natureza, tecnologia, matéria e ambiente. 📍 05/03 11h — visita guiada com os curadores 15h — visita guiada com os curadores 17h — performance (se)cura humana * Performance do coletivo (se)cura humana, com trilha sonora de Craca, Felipe Julian 𝗣𝗮𝗿𝘁𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗺 𝗱𝗮 𝗲𝘅𝗽𝗼𝘀𝗶


Dossiê Climático do Estado de SP rumo à COP30
🌎 Lançado o dossiê-denúncia sobre o clima em SP para COP30 em Belém. 🌱 Coordenado pelo deputado estadual Guilherme Cortez (pres. da Frente de Combate às Mudanças Climáticas), o documento reúne movimentos socioambientais e sistematiza a omissão do governo estadual diante do colapso climático, levando dados e demandas à COP30. O dossiê expõe o desmonte da política ambiental, os impactos de desmatamento, mineração ilegal, queimadas, enchentes e ondas de calor — e aponta caminh


COP30 em Belém: entre a Zona Azul, a Cúpula dos Povos e a Queda do CEO
Flavio Barollo: "Em novembro de 2025 estive em Belém para acompanhar a COP30 como delegado integrante da delegação brasileira, a partir de convite e credenciamento do Governo Federal, com acesso à Zona Azul, espaço oficial da conferência da ONU sobre mudança do clima. Minha ida à COP30 fazia parte também de uma pesquisa artística e política que venho desenvolvendo com o coletivo (se)cura humana, em torno da crise climática, da água, dos territórios, do extrativismo e das cont


Show (se)cura com água no Festival Formigueiro
Show (se)cura com água — gravado ao vivo no 2º Festival Formigueiro (Praça Rio dos Campos, Vila Anglo Brasileira, São Paulo), em 17 de maio de 2025. Nesta formação enxuta, o (se)cura humana leva para o corpo-sonoro a mesma pesquisa que move suas ações urbanas: água como direito comum, imaginação ecológica e justiça hídrica. Entre efeito de nebulização de água, grooves, vozes e poemas, o repertório costura nascentes invisíveis, enchentes e cidades porosas, lembrando que “água


Águas Insurgentes: Artivismo pós-capitalista, de Flavio Barollo
Ensaio disponível na publicação Poéticas de las (T)tierras no site da Revista Climacom https://climacom.mudancasclimaticas.net.br/livros-principal/poeticas-de-las-tierras/ Uma publicação bilíngue (português e espanhol) que nasce dos encontros e residências realizadas no Brasil e no México (2023–2025). A obra faz parte de uma trajetória de investigações sobre as relações entre arte e território, e as redes que delas emergem — simbólicas, afetivas e efetivas. Organizada por Gab


Conexão Água na Bienal de Arquitetura de SP
🌊✨ Conexão Água na 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo @bienaldearquiteturasp O coletivo (se)cura humana @securahumana...


💧🚣♀️ Banhista de Rios Urbanos na remada do SOS Mata Atlântica
No dia 20/09, voltamos à Barragem da Penha — o mesmo lugar da performance Mergulho no Rio Tietê (2015) — para a remada aberta ao público da @sosmataatlantica. Na mesma ocasião, dez anos depois, Flavio Barollo @flaviobarollo, do coletivo (se)cura humana @securahumana, com o BANHISTA DE RIOS URBANOS, retorna ao rio: um novo chamado para imaginar e cobrar um Tietê vivo. Até quando vamos aceitar rios poluídos? E se os rios tivessem direitos? E se os rios pautassem a nossa existê


Legado da Insurgência na Virada Sustentável
🌍🔥 O Legado da Insurgência na Virada Sustentável 2025 Intervenção urbana do coletivo (se)cura humana O Legado da Insurgência é um cortejo performático do coletivo (se)cura humana que atravessa a cidade como um rito ambíguo: devastação e insurgência. Na paisagem de fumaça e experimentos alquímicos, um CEO da Devastação, um anti-xamã do apocalipse, encarna a lógica do progresso extrativista, onde o lucro privado se sustenta no prejuízo público. Corpos, troncos, tambores e mo
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