Parque Aquático Móvel na Travessa Roque Adóglio | 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo
- 17 de dez. de 2017
- 2 min de leitura
Atualizado: 8 de jul.
Registro de uma edição da performance/happening Parque Aquático Móvel, do coletivo (se)cura humana, realizada na Travessa Roque Adóglio, Vila Anglo Brasileira, zona Oeste de São Paulo, dentro da programação da 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo, em 2017.
Catálogo: https://iabsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/catalogo_11_bienal_leve.pdf
A ação propõe uma experiência simples, crítica e lúdica sobre a presença da água na cidade. Em meio ao concreto, ao asfalto e aos córregos canalizados, o Parque Aquático Móvel cria uma situação pública de encontro, brincadeira e reflexão sobre os modos como São Paulo esconde, desperdiça e controla suas águas.
Na Travessa Roque Adóglio, a performance transforma a rua em espaço de permanência, convívio e imaginação urbana. A água aparece não apenas como recurso, mas como presença viva, capaz de alterar a experiência do corpo, do território e da paisagem cotidiana.
O gesto é temporário, mas aponta para uma pergunta que atravessa a pesquisa do (se)cura humana desde 2015: que outras formas de cidade poderiam surgir se as águas urbanas fossem reconhecidas como parte comum da vida pública?
Performance/happening: Parque Aquático Móvel
Realização artística: coletivo (se)cura humana
Local: Travessa Roque Adóglio, Vila Anglo Brasileira, São Paulo
Contexto: 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo, 2017
Sobre a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo
Realizada em 2017, a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo teve como título “Em Projeto” e propôs pensar a arquitetura como processo, pesquisa, arquivo, ação e construção coletiva da cidade. A programação se espalhou por diferentes territórios de São Paulo, aproximando arquitetura, arte, coletivos, moradores e práticas urbanas experimentais.
Sobre o (se)cura humana
O (se)cura humana é um coletivo multidisciplinar de arte e ativismo socioambiental, sediado em São Paulo, que desde 2015 investiga as relações entre corpo, cidade, água, rios urbanos, devastação ambiental e imaginação política. Suas ações atravessam performance, cinema, intervenção urbana, instalação, educação ambiental e processos coletivos de ocupação e transformação da cidade.



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