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Nascente do Pedra Azul: Presente! | Sesc Vila Mariana

13 de out.
3 min de leitura

Atualizado: há 2 dias

Circuito das Águas: Nascente do Pedra Azul


Uma experiência educativa e artística do coletivo (se)cura humana voltada às crianças do Programa Curumim na Jornada de Sustentabilidade 2026, no Sesc Vila Mariana. Em quatro caminhadas de duas horas, o grupo percorre o território entre a Rua Vergueiro e as nascentes do Córrego Pedra Azul, observando desníveis, vegetação, marcas da urbanização e vestígios das águas escondidas sob a cidade.



Ao longo do percurso, uma estrutura tecnológica torna visível a água existente sob uma tampa ou estrutura urbana. As crianças recolhem parte dessa água em pequenos recipientes e seguem com ela até outra nascente, formando um corpo-rio coletivo. A ação articula percepção ambiental, experimentação,performance e reflexão sobre canalização, impermeabilização do solo, árvores, evapotranspiração e cuidado com as águas.

O (se)cura humana é uma plataforma multidisciplinar de arte e ativismo socioambiental criada em São Paulo em 2015. Desenvolve performances, intervenções urbanas, experiências formativas e obras audiovisuais ligadas à água, aos rios urbanos, às mudanças climáticas e à reinvenção do espaço público.


Flavio Barollo é videoartista, performer, diretor e artivista socioambiental, cofundador do (se)cura humana.

Wellington Tibério é geógrafo, professor, músico e performer, cofundador do coletivo e pesquisador de água, urbanismo e território.

Maíra Vaz Valente é artista, pesquisadora e educadora, mestre em Poéticas Visuais pela ECA-USP, com atuação em práticas participativas ligadas ao corpo e à água.

Odacy Oliveira é artista indígena urbano, performer e artista visual, licenciado pela UFAM, e cria ações em que corpo, árvore, ancestralidade e território se encontram.

Thaís Carvalho é atriz e cineasta, mestra em Cinema Documentário pela EICTV, responsável pela co-direção audiovisual e câmera do registro.


Datas e horários:

15/10 Quinta, às 09h00

Quinta, às 14h30

16/10 Sexta, às 09h00

Sexta, às 14h30 Nascente do Pedra Azul: Presente!


Nascente do Pedra Azul Presente! reúne caminhada pública, intervenção urbana em torno de um dos cursos d’água que alimentam o Lago da Aclimação. No dia 18 de outubro, o público percorre as nascentes e os vestígios do córrego enquanto artistas e educadores abordam canalização, impermeabilização do solo, verticalização, especulação imobiliária, enchentes, justiça hídrica e direito à permanência no território.


Ao final do percurso, participantes e equipe constroem em mutirão um trecho temporário de rio com canos, mangueiras, conexões e recipientes, conduzindo simbolicamente a água até uma pequena lagoa. A instalação busca tornar visível como o rio poderia voltar a atravessar a superfície da cidade. A Anhangá Coletiva participa com uma ativação cênica e musical inspirada no espetáculo Nas Curvas de M’Boi.


Todo o processo, incluindo entrevistas com moradores antigos, caminhadas do Programa Curumim, performances e construção do rio temporário, dará origem ao vídeo síntese (Re)Criando Rios, Nascente do Pedra Azul Presente! combinando documentário, videoarte, performance, memória oral e imagens produzidas com inteligência artificial para imaginar rios abertos, solos permeáveis e outras formas de convivência com a Natureza.


O (se)cura humana é uma plataforma multidisciplinar de arte e ativismo socioambiental fundada em 2015 por Flavio Barollo e Wellington Tibério e integrada também por Jeferson Rogério e Odacy Oliveira.Flavio Barollo é videoartista, performer e diretor, com pesquisa em audiovisual, intervenções urbanas e tecnologias emergentes.

Wellington Tibério é geógrafo, professor, músico e performer, pesquisador de rios urbanos, território e práticas coletivas.Odacy Oliveira é artista indígena urbano e performer, desenvolvendo relações entre corpo, árvore e ancestralidade.Jeferson Rogério é biólogo, construtor ecológico e coordenador técnico.Thaís Carvalho é cineasta e documentarista, responsável pela co-direção audiovisual e câmera do filme.A Anhangá Coletiva é um grupo afro-indígena que articula teatro, música, performance, ancestralidade e pesquisa sobre rios urbanos.

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